segunda-feira, 1 de agosto de 2016

VOCÊ SABE O QUE É VAGINISMO?


A dor na hora da relação sexual – causada muitas vezes pelo medo e estresse excessivo – é um problema que tem nome e afeta de 3% a 5% da população feminina. Muitas vezes encarado como “frescura”, o vaginismo tem cura e merece atenção.
Frases como: “você precisa relaxar” ou “toma um vinho que passa” são ouvidas com certa frequência por quem sofre do distúrbio. Mas  a mulher que tem vaginismo se sente totalmente incapacitada para o sexo, pois seus músculos vaginais se contraem involuntariamente e a penetração se torna inviável por causa da dor.
De acordo com a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, coordenadora do Centro de Apoio e Tratamento do Vaginismo (CATVA) da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), na maioria das vezes a causa do problema é psicológica. Mulheres que tiveram uma educação muito rígida e religiosa, em que a virgindade é muito valorizada, podem desenvolver vaginismo. Traumas e abusos também podem estar relacionados ao distúrbio. “São mulheres que têm dificuldade de ter relação sexual porque contraem tanto a musculatura que não conseguem permitir que o pênis chegue nem perto da vagina”, explica a dra. Ambrogini.
 “É importante destacar que somente um ginecologista não consegue ajudar a mulher. É preciso que o profissional seja especializado em sexologia, porque senão a paciente acaba indo de médico em médico sem conseguir resolver o problema. Isso só gera uma angústia enorme”, conta.
O tratamento depende de cada caso, mas em geral engloba exercícios de relaxamento da musculatura vaginal, além de técnicas de respiração, inserção de dilatadores vaginais e psicoterapia. “O importante é a mulher saber que existe tratamento”, completa a médica.
O tratamento oferecido no centro da Unifesp é gratuito. A interessada deve, primeiramente, telefonar para agendar uma palestra geral sobre sexualidade, a qual deve assistir antes de ser encaminhada a uma consulta. O médico, então, vai tentar identificar a origem do problema e mandá-la para a equipe de psicólogos, fisioterapeutas, entre outros especialistas. “Um dos principais problemas que geram o vaginismo é o medo de sentir muita dor. Temos atualmente cerca de 50 mulheres em tratamento. Há casos de pessoas que estão há mais de 20 anos casadas, mas sofrem com o problema”, diz a dra. Ambrogini.
Ela conta ainda que muitas vezes os parceiros acabam “contribuindo” com o fato de a mulher adiar a busca pela solução do distúrbio. “Geralmente, nós percebemos que os namorados e maridos são muito ‘bonzinhos’, que entendem a situação, afinal, há outras maneiras de fazer sexo. Com isso, vão deixando a mulher estender o problema por muito tempo”, relata a ginecologista.
O período de duração do tratamento também depende de cada caso, mas pode ser de meses ou até anos. “As mulheres chegam aqui muito desanimadas, com a autoestima baixa. Por isso é importante dizer que é possível solucionar o problema, que a taxa de sucesso é extremamente alta. A gente mostra o caminho, basta querer”, esclarece.

 FONTE:





quinta-feira, 28 de julho de 2016

10 dicas para Pompoar

1. Princípios
Para tornar-se pompoarista alguns fatores são importantes, são eles: em primeiro lugar, consultar periodicamente seu ginecologista para saber como anda sua saúde sexual; não fumar ou fumar menos; não beber ou beber moderadamente (socialmente, entendeu?); alimentar-se bem (pouco); dormir bem (portando nada de cair na gandaia a semana inteira); meditar (isso ajuda na concentração na hora de fazer os exercícios). Não é pra desanimar!


2. Benefícios
O pompoarismo além de fortalecer a musculatura da vagina e os músculos da região genital (área pélvica), regula os hormônios (pois ativam a circulação pélvica conservando por mais tempo a libido e a juventude das pessoas que praticam os exercícios regularmente); auxilia no tratamento de frigidez; auxilia e previne incontinência urinária; queda do útero; flacidez vaginal; previne doenças (deixa os tecidos da região vaginal mais fortes e lubrificados); confere maior mobilidade aos quadris e áreas pélvicas; deixa a mulher mais confiante (pois, aumenta a sensação de feminilidade); sexualmente muito mais preparada e eleva a autoestima.

3. Técnica
A técnica consiste numa série de exercícios que trabalham os três anéis musculares da vagina: o anel da entrada da vagina, que possui musculatura mais forte; o anel do meio (localizado na parte mediana da vagina) e o terceiro anel que é o mais interno e se localiza próximo ao colo do útero (também não possui força muscular). Devido aos conhecimentos sobre o assunto, as mulheres orientais procuram sempre fortalecer, o segundo e terceiro anéis através do exercício do pompoar. A maioria dos exercícios consiste em executar contrações e descontrações dos músculos vaginais.

4. Disciplina
Se você for disciplinada e praticar todos os dias o pompoarismo (todos os dias mesmo!) é possível desenvolver, e controlar, a musculatura vaginal em pouco tempo, de tal forma que a mulher possa dar e sentir mais prazer.

5. Respiração
A respiração é muito importante para a assimilação dos exercícios, sempre antes de fazer força você deve inspirar pelo nariz e quando relaxar (descontrair) você deve expirar pela boca. Evite respirar muito profundamente, pois o excesso de oxigenação poderá causar tonturas, respire naturalmente.


6. Contração dos genitais
Esse é um exercício muito eficiente, sendo conhecido também como “exercício de Kegel”, porque foi introduzido nos Estados Unidos pelo ginecologista americano Arnold Kegel que costumava recomendá-lo às suas clientes (década de 1950). Inspire pelo nariz e contrai vigorosamente toda a musculatura vaginal, depois relaxe, expirando pela boca. Esse exercício deve movimentar a musculatura como você tivesse fazendo uma interrupção durante a micção (interromper a urina). Cada movimento deve durar de três a quatro segundos e você deve repetir por 15 a 20 minutos ao dia, ou seja, de 300 a 400 repetições diárias. Você pode executar esse exercícios em qualquer posição (sentada, deitada, em pé) e em qualquer lugar (você pode aproveitar até durante o trânsito, rs).

7. Fortalecimento dos músculos vaginais
Você já ouviu falar em Ben Wa? O Ben Wa é um acessório que consiste em duas, três ou mais bolinhas interligadas por um fio bem macio, e medem aproximadamente 3,5 cm de largura e têm um peso solto em seu interior. Você deve fazer a assepsia das bolinhas antes e depois de usá-las, e também lubrificá-las. Inspire pelo nariz e introduza a primeira bolinha na vagina. Movimente alternadamente os anéis musculares de fora para dentro, forçando a entrada da segunda bolinha. Relaxe expirando pela boca. Em seguida, inspire pelo nariz e faça movimento contrário para expulsar cada bolinha e relaxe, expirando pela boca. No início você deverá usar uma das mãos tanto para auxiliar na entrada como na saída das bolinhas.










8. Uso de cones para fortalecer a vagina







Outra forma de fortalecer os músculos vaginais deixando-os mais rijos e fortes é usando pesos especiais (os chamados cones), que pesam em 20 e 70 gramas e têm formato semelhante ao de um absorvente interno. Esses cones são inseridos na vagina de 15 a 20 minutos, para que atuem nos seus músculos internos. Antes de fazer a introdução, você deve lavá-los com sabão neutro. Recomenda-se a utilização de lubrificante para facilitar a introdução do cone. Com os cones mais leves você adquire movimentos rápidos, e com os mais pesados você adquire força muscular. Em pé, com as pernas semi flexionadas, ou na posição de cócoras, introduza o cone até o segundo anel vaginal (na altura onde se coloca o absorvente interno) e contraia a musculatura várias vezes. Vá aumentando o número de contrações a medida que você sentir mais força muscular. Não esqueça a respiração. Depois tente usar a sua força vaginal para expulsar o cone da vagina. Geralmente são cinco cones, e cada um tem um peso diferente. Você vai começar com o mais leve e depois conforme for ficando fácil de você sugar e expulsar o cone, você vai passar para o cone seguinte que é um pouquinho mais pesado que o anterior (cada peso é uma cor).

9. Último exercício
Esse é feito com o auxilio de um vibrador de forma cilíndrica, medindo aproximadamente 17 cm de comprimento por 2,5 cm de largura e com a superfície lisa. Introduza a ponta do vibrador devidamente lubrificado na vagina. Inspire pelo nariz e faça um esforço de sucção até que ele já tenha sido introduzido parcialmente em sua vagina, relaxe e expire pela boca. Inspire novamente pelo nariz e contraia toda a musculatura vaginal e relaxe. Inspire novamente e procure contrair um anel de cada vez (1,2 e 3 anel), relaxe. Inspire novamente e faça um movimento de expulsão para que ele saia da vagina. Quando isso acontecer relaxe e expire pela boca. Ao introduzi-lo tenha cuidado para que ele não pressione o colo do útero de forma a provocar qualquer sensação de desconforto. No início você terá que ajudar com uma das mãos, pois fazer a sucção somente com os músculos vaginais requer um treino de aproximadamente seis meses. Esse exercício deve ser executado na posição sentada (sobre uma superfície plana) ou em pé. Pratique de 15 a 20 minutos por dia. Quando você estiver menstruada, evite fazer os exercícios.

10. Exercícios do prazer
O tempo para perceber os resultados dos exercícios varia de mulher para mulher. Quando você se sentir preparada (segura) poderá combinar os movimentos e usá-los com o seu parceiro na hora da transa. Segure um pouco a fricção e o vai e vem, opte por posição que você esteja por cima do parceiro (posição cavalgada), para poder brincar com o pênis dele, ou melhor malhar. Os movimentos são os seguintes: Chupitar (sugar o pênis fazendo um movimento de sucção com a vagina, como se fosse uma boca chupando uma chupeta); Estrangular (a vagina aperta o pescoço da glande); Expelir (como o próprio nome já diz, o movimento expele o pênis, só deixando a glande dentro da vagina); Ordenhar (parece a ordenha do leite da vaca); Revirginar (contrair a vagina a ponto de fechar os lábios vaginais e sua abertura, para dificultar a entrada do pênis, como se fosse virgem); Sugar (o parceiro coloca apenas a ponta da glande na vagina e, com movimentos de sucção você faz com que o pênis seja totalmente introduzido); Travar (contrai a vagina com força para impedir a saída do pênis). Esse último movimento é ótimo para você discutir falar tudo que quiser, pois ele não vai sair e deixá-la falando sozinha, nunca.

FONTE;



quarta-feira, 27 de julho de 2016

Bullet é o melhor produto pra começar a praticar o Pompoarismo !!

A arte de pompoar é uma prática que requer muita concentração, pois é uma técnica que vai te ajudar de diversas formas, tanto em sua saúde quanto em suas relações sexuais. Portanto, todas as práticas do pompoarismo devem ser feitas de forma correta e melhor, com prazer. Dentre os diversos meios de praticar o pompoarismo, há um que é essencial, eficaz e totalmente benéfico, é o pompoarismo com Bullet.


Bullet, para quem não sabe, é um acessório que tem um formato cilíndrico que funciona como suporte para as práticas do pompoarismo. Teoricamente funciona como um vibrador, só que em um tamanho maior e com uma função mais voltada ao pompoarismo.

Por que usar o Bullet?

 

Simplesmente porque o acessório vai te ajudar a fazer movimentos que você não consegue. Muitas mulheres, principalmente as que estão iniciando no pompoarismo, não têm a prática de flexionar muito os músculos internos vaginais. Para essas mulheres, o Bullet é fundamental, pois ele estimulará totalmente a parte interna da vagina, onde a mulher sem prática não consegue flexionar.
Além de todo trabalho muscular que o Bullet te ajudará a fazer, ele também poderá te dar aquela mãozinha na masturbação, pois como falamos anteriormente, ele também funcional como um vibrador. Não é uma ideia interessante? Pense bem: Você estará praticando o pompoar e ao mesmo tempo se masturbando, não é o máximo?!

Como usar Bullet?

 

O objeto em si, já é bem intuitivo, pois o mesmo vem com um pêndulo (cilindro), que é a peça que vibra e um controle, que fará o pêndulo vibrar. Essas duas peças veem ligadas por um cordão. Então, é simples: basta que você introduza o pêndulo em seu canal vaginal e faça-o vibrar por meio do controle.
Depois de ligado, você poderá ficar 20, 30, 40, 50 ou até mesmo uma hora com o Bullet trabalhando para você. Mas vale lembrar que não é recomendado passar mais de uma hora com o pêndulo dentro de seu canal vaginal. Repita o procedimento por duas e no máximo três vezes ao dia.

Consequências do uso frequente do Bullet

 

Ao usar o  Bullet de forma contínua, você, com o tempo, começará a sentir os músculos vaginais mais fortes e, consequentemente, terá um controle maior sobre a região. Dessa forma, poderá flexionar mais os músculos internos da vagina. É importante que você saiba que a flexão desses músculos é essencial às práticas pompoaristas. Por isso, tenha em mente que você precisará desenvolver ao máximo esse controle sobre os anéis vaginais, ou seja, sobre os músculos internos.


terça-feira, 26 de julho de 2016

O que é pompoarismo?


É uma técnica de fortalecimento muscular da vagina. Recomendado por ginecologistas, o exercício torna o sexo mais prazeroso e previne contra incontinência urinária e queda da bexiga. Essa técnica milenar, criada na Índia e aperfeiçoada no Japão e na Tailândia, ganhou força no Ocidente nos anos 50 graças ao médico americano Arnold Kegel. Segundo a instrutora Maria Marconete Cardoso, "pompoar significa ‘sugar o pênis’ em tailandês" e, em alguns países orientais, as meninas aprendem a técnica desde os 8 anos - sem penetração de objetos, claro! A professora, porém, alerta que "a prática é mais indicada a partir dos 18 anos, quando a elasticidade da musculatura vaginal começa a diminuir."
Existe uma interessante analogia para o treino de relaxamento. Basta imaginar que no canal vaginal existe um elevador. Por meio de contrações na região, sinta que o elevador sobe e depois desce com o relaxamento. Sendo assim, procure subir o elevador alguns andares até o máximo que conseguir contrair. Depois, vá relaxando, como se estivesse descendo o elevador bem devagar, até conseguir soltar completamente a musculatura.
ATENÇÃO!
O pompoarismo deve ser praticado sob orientação de instrutor. Treinar sozinha, mesmo com o kit apropriado, pode lesionar músculos. Para as mulheres que ainda não tiveram relação sexual, a inserção de qualquer um destes instrumentos poderá romper o hímen, portanto não é indicado.
Ginástica íntima

TREINO BÁSICO
Nas primeiras vezes, não rola penetração. A iniciante fica sentada, contraindo e relaxando os músculos internos da vagina rapidamente, como se estivesse segurando xixi. Com alguma prática, a mulher pode aumentar a força e a duração das contrações. Esses exercícios podem ser feitos diariamente.
TREINO INTERMEDIÁRIO
Para adquirir força, os exercícios são feitos com pesos de 20 a 70 g, inseridos a profundidades diferentes - dependendo do tamanho do canal vaginal. O passo seguinte é melhorar a coordenação motora. Para isso, é preciso contrair bolinhas presas por um cordão na entrada, no meio e no fundo da vagina. Normalmente esse instrumento é vendido em um conjunto de quatro peças, que costumam ser identificadas pelas cores:

- Rosa: 20g.
- Amarelo: 32g.
- Branco: 45g.
- Verde: 57g.
- Azul: 70g.

Mas antes de confiar nessa regra, vale confirmar com o vendedor ou conferir as informações que estão presentes no rótulo do produto. Para saber qual peso se adapta à força da sua musculatura vaginal, é preciso experimentar um por um. Conforme for praticando a técnica, o pesinho será segurado mais facilmente por meio da contração vaginal. Nesse momento, é hora de aumentar o peso do cone, pois é sinal que sua musculatura já esta ganhando força.
Para exercitar a coordenação motora da vagina, existe um outro instrumento usado, chamado colar tailandês, que consiste em uma linha de silicone ligada a duas ou mais bolas pequenas do mesmo material. Opte pelos materiais feitos com silicone, pois facilitam a execução dos movimentos e são mais higiênicos. Vale reforçar que o colar não deve ser confundido com o ben-wa - instrumento que possui mais de duas bolas grandes, com sinos no interior de cada uma. O colar tailandês ajudará a treinar a contração e o relaxamento vaginal de forma mais habilidosa, permitindo com isso o ganho da coordenação motora dessa musculatura. Com a ajuda das mãos, contraia e relaxe a musculatura da vagina até conseguir "sugar" as bolinhas. Quando ganhar mais habilidade, tente realizar essa sucção sem a ajuda das mãos. Quem não possui o cordão para fazer o exercício, pode treinar a coordenação motora contraindo e relaxando a musculatura vaginal no mesmo ritmo de uma música, por exemplo.
TREINO PESADO
Entra em cena um vibrador que inicia com 11,5 cm  comprimento e depois alterna para o de 15 cm de comprimento e 3 cm de largura. A rotina começa com a ponta sendo contraída na entrada da vagina e progride até a contração profunda, com o aparelho inteiro inserido. Além de aumentar a intensidade e o controle dos movimentos, esse treino aprimora sucção e expulsão.









• Homens também podem praticar pompoarismo, exercitando a musculatura pélvica sem uso de aparelhos
• O pompoarismo pode ser uma arma contra estupradores. Além de bloquear a entrada da vagina, uma mulher bem treinada consegue quebrar um pênis
USO DOS INSTRUMENTOS PEDE PRECAUÇÃO
Higienize os produtos com água e sabão antes e após o uso. Além disso, consulte seu médico ginecologista antes de iniciar as práticas.
Vale reforçar que mulheres com prolapso genital e infecção urinária não devem realizar a prática. Nesses casos, a pessoa nunca deve interromper o jato de urina para avaliar a força da sua musculatura vaginal, pois isso pode causar danos aos rins.
Videos:
Para quem quiser conhecer um pouco mais segue entrevista no programa da Gabi quase proibida com os especialistas e refêrencias em pompoarismo no Brasil Celine Imaguire e Carlos Kadosh, que revelam e explicam as técnicas do Pompoarismo Feminino e Masculino, em entrevista com Gabi! Melhore sua saúde e viva mais, fazendo sexo saudável e aumentando seu prazer!




Fontes:

 


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Lave o "pinto" e evite o Câncer de pênis !!

O câncer de pênis é um dos únicos cuja prevenção pode ser extremamente simples e eficaz: lavar o membro com água e sabão. Ainda assim, o Brasil – principalmente as regiões Norte e Nordeste – apresenta índices alarmantes da doença, similares a países da África.

Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), esse tipo de tumor representa 2% de todos os cânceres que atingem os homens e, na maioria dos casos, está relacionado a má higiene íntima
Ainda segundo Nardi, existem três fatores de risco para o aparecimento desse tipo de câncer: falta de higiene íntima, doenças sexualmente transmissíveis e a presença de fimose. “Fimose é quando a pele do pênis não consegue se retrair e expor a glande ou a cabeça do pênis. Dessa maneira a pessoa pode ter dificuldade de realizar a higiene. Então, nesses casos, na hora da limpeza é importante puxar  o prepúcio – a pele que encobre a glande –, principalmente após relações sexuais ou masturbação, usar preservativo e fazer a cirurgia em caso de fimose ou exuberância de prepúcio na puberdade”, completa o médico.

O autoexame é fundamental para detectar o aparecimento de sintomas, que podem incluir: perda de pigmentação, manchas esbranquiçadas e feridas e caroços no pênis que não desapareceram após tratamento. É importante lembrar que ao perceber qualquer um desses sinais deve-se procurar um médico.

Além do uso de água e sabão comum, também temos produtos específicos para a  higiene intima do homem. São sabonetes criados para proporcionar maior higienização da região e refrescancia. O sabonete líquido íntimo masculino H ICE SABONETE HIGIENE MASCULINO HOT FLOWERS normaliza o nível de pH na região, protegendo ao ataque de fungos e bactérias. Limpa profundamente e refresca a pele.



http://drauziovarella.com.br/cancer/cancer-de-penis-agua-e-sabao-podem-fazer-a-diferenca/

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Câncer de Próstata - Uma dedadinha não dói !! 
Próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino, que produz e armazena parte do fluido seminal. Câncer de próstata é o tumor mais comum em homens acima de 50 anos. Os fatores de risco incluem idade avançada (acima de 50 anos), histórico familiar da doença, fatores hormonais e ambientais e certos hábitos alimentares (dieta rica em gorduras e pobre em verduras, vegetais e frutas), sedentarismo e excesso de peso.
Os negros constituem um grupo de maior risco para desenvolver a doença.


Sintomas
A maioria dos cânceres de próstata cresce lentamente e não causa sintomas. Tumores em estágio mais avançado podem ocasionar dificuldade para urinar, sensação de não conseguir esvaziar completamente a bexiga e hematúria (presença de sangue na urina).
Dor óssea, principalmente na região das costas, devido à presença de metástases, é sinal de que a doença evoluiu para um grau de maior gravidade.
Diagnóstico
O câncer de próstata pode ser diagnosticado por meio de exame físico (toque retal) e laboratorial (dosagem do PSA). Caso sejam constatados aumento da glândula ou PSA alterado, deve ser realizada uma biópsia para averiguar a presença de um tumor e se ele é maligno. Se for, o paciente precisa ser submetido a outros exames laboratoriais para se determinar seu tamanho e a presença ou não de metástases.
Tratamento
O tratamento depende do tamanho e da classificação do tumor, assim como da idade do paciente e pode incluir prostatectomia radical (remoção cirúrgica da próstata), radioterapia, hormonoterapia e uso de medicamentos. Para os pacientes idosos com tumor de evolução lenta o acompanhamento clínico menos invasivo é uma opção que deve ser considerada.

Recomendações
* Homens sem risco maior de desenvolver câncer de próstata devem começar a fazer os exames preventivos aos 50 anos;
* Descendentes de negros ou homens com parentes de primeiro grau portadores de câncer de próstata antes dos 65 anos apresentam risco mais elevado de desenvolver a doença; portanto, devem começar a fazer os exames aos 45 anos;
* Pessoas com familiares portadores de câncer de próstata diagnosticado antes dos 65 anos apresentam risco muito alto de desenvolver a doença; por isso, devem começar o acompanhamento médico e laboratorial aos 40 anos;
* Homens com níveis de PSA abaixo de 2,5 ng/mL devem repetir o exame a cada 2 anos; já aqueles com PSA acima desse valor devem fazer o exame anualmente;
* Resultados de PSA e toque retal alterados são relativamente comuns, mas podem gerar muita angústia, apesar de não serem suficientes para estabelecer o diagnóstico de câncer de próstata; para confirmá-lo é indispensável dar prosseguimento a uma avaliação médica detalhada e criteriosa;
* Optar por uma alimentação balanceada e praticar exercícios físicos regularmente são recomendações importantes para prevenir a doença.
Fonte: 

terça-feira, 19 de julho de 2016

CÂNCER DE PÊNIS


Câncer de pênis é um tumor maligno pouco frequente que se desenvolve, em geral, a partir dos 40, 50 anos.

Fatores de risco
São fatores de risco:
1) fimose que impede a exposição da glande (cabeça do pênis) por causa do estreitamento do prepúcio (a pele que reveste a glande);
2) acúmulo de esmegma (secreção branca resultante da descamação celular);
3) higiene local precária;
4) falta de informação;
5) má situação socioeconômica e educacional das pessoas, em geral moradoras das regiões mais carentes.
Dados epidemiológicos revelam que a infecção pelo HPV (papilomavírus humano, principalmente pelos tipos 16 e 18), pode estar entre as causas do câncer de pênis.
Segundo pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia, embora grande número de casos tratados de câncer de pênis esteja concentradoem São Paulo, a maioria dos pacientes veio dos estados do Norte e Nordeste.
Sintomas
O sintoma mais comum é o aparecimento de uma ferida avermelhada, que não cicatriza, ou de um pequeno nódulo, na glande, no prepúcio ou no corpo do pênis. Inicialmente, essas lesões podem não doer, o que retarda o diagnóstico.
Outros sintomas são manchas esbranquiçadas ou perda de pigmentação na glande, presença de esmegma com cheiro forte e de gânglios inguinais inchados na virilha.
Placas vermelho-vivo, bem delimitadas são típicas da eritroplasia de Queyrat e podem ser consideradas lesões pré-malignas que evoluirão para câncer de pênis, se não forem devidamente diagnosticadas e tratadas.

Diagnóstico
O exame clínico e o resultado da biópsia são elementos fundamentais para o diagnóstico de um tumor maligno no pênis.  Quanto mais precocemente ele for feito, melhor será a resposta ao tratamento. O problema é que, por falta de informação ou constrangimento, muitos homens demoram para procurar atendimento médico, quando notam alguma alteração no pênis e deixam de tratar uma doença que pode ter cura.
 Prevenção
A prevenção do câncer de pênis está diretamente associada a três princípios básicos:
1) higiene diária com água e sabão, especialmente na hora do banho e depois das relações sexuais;
2) cirurgia de fimose, quando a pele do prepúcio inviabiliza a exposição da glande e a higiene adequada da região;
3) uso de preservativos nas relações sexuais.
Tratamento
O esquema de tratamento do câncer de pênis é diretamente determinado pela gravidade e extensão da doença. Nas lesões iniciais, o tumor e uma pequena parte dos tecidos ao redor podem ser removidos cirurgicamente ou por ressecção a laser. A preocupação é sempre preservar a maior quantidade possível do tecido peniano, de forma a manter as funções sexuais e urinárias.
A remoção completa do pênis e dos gânglios inguinais só é indicada nas fases mais avançadas da doença.

Recomendações
* Ensine as crianças, desde pequenas, a maneira adequada de fazer a higiene intima todos os dias;
* Saiba que a cirurgia de fimose, ou circuncisão, para remover a pele do prepúcio que impede a exposição da glande e dificulta a higiene do local é simples e não requer internação hospitalar. Homens circuncidados estão mais protegidos contra o câncer de pênis;
* Não se descuide. O autoexame do pênis e das áreas ao redor é um passo importante para localizar lesões iniciais, fazer os diagnóstico e introduzir o tratamento;
* Use camisinha nas relações sexuais;

* Não adie a visita ao médico se notar qualquer alteração no pênis.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

HOMENS DEVEM ENXUGAR O PÊNIS APÓS URINAR



Ensinadas desde cedo a limpar a região íntima, as meninas crescem sabendo quais cuidados ter ao terminar de urinar, após uma relação sexual e também ao tomar banho. O reflexo disso está nas prateleiras do mercado: existem inúmeros sabonetes específicos para essa parte do corpo feminino e até mulheres que usam esses sabonetes desnecessariamente, buscando muitas vezes uma assepsia extrema, chegando a tirar os odores naturais dessa região. Por outro lado, vemos que os cuidados masculinos com o órgão sexual não têm o mesmo nível — e em alguns casos são até inexistentes. Será que há uma justificativa médica para diferença no cuidado?












Segundo o doutor Sidney Glina, urologista do Hospital Israelita Albert Einstein, não. “É uma questão de higiene e saúde. Há uma educação maior quando se trata do sexo feminino em relação à região íntima, mas tanto homens quanto mulheres devem olhar com atenção especial para os cuidados com essa parte do corpo.” Homens que têm o prepúcio longo (pele que recobre a glande), por exemplo, devem secar o pênis após urinar, assim como as mulheres sempre fazem com a vagina. Mesmo os homens circuncidados que não terminem a micção completamente também devem ter esse cuidado. “O que geralmente ocorre é que, com a pressa em terminar de urinar, um pouco da urina fica ainda na uretra, extravasa e deixa o pênis e a roupa úmidos”, alerta o doutor Newton Soares de Sá Filho do São Camilo, urologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. O líquido em contato constante com a pele pode ser uma fonte de inflamações e até infecções.
A higiene não para por aí: durante o banho, a limpeza correta deve ser feita trazendo o prepúcio para trás e lavando todo o pênis com a água e o sabão do próprio banho. Depois, o órgão deve ser seco. Novamente, o prepúcio deve ser “puxado”, seco e só depois pode ser levado de volta à posição original. Após as relações sexuais, o procedimento deve ser o mesmo.
É importante ressaltar que caso a região íntima não seja corretamente limpa, as consequências podem ser severas. “O problema mais comum é a balanite, que consiste na inflamação da pele que recobre a glande. O mais grave é o câncer de pênis. Ambos são associados à inadequada higiene peniana”, alerta Soares de Sá Filho. E engana-se quem pensa que o câncer de pênis é incomum. De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), em 2009 surgiram 4637 novos casos de tumor peniano. “No Maranhão, por exemplo, há mais casos de câncer de pênis do que de próstata”, avisa Glina. Lá, um caso surge a cada 16 dias, e muitos chegam à amputação.
“O homem deve ter o hábito de observar o próprio corpo e ir ao médico ao menor sinal de alteração. Qualquer lesão é importante, porque uma ferida pequena pode evoluir para algo maior e mais difícil de tratar”, diz Glina. Nada melhor, portanto, que ensinar desde cedo os meninos a cuidarem de si mesmos, não é? Se é de pequeno que se torce o pepino, que de pequeno se lave o pepino também.